Energia Renovável: O potencial das fontes limpas no Brasil e no Mundo

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Crescimento e desafios desse tipo de geração têm sido demonstrados em estudos e relatórios de instituições brasileiras e internacionais.

A produção de energia renovável está entre as mudanças positivas para um desenvolvimento sustentável, entretanto ainda sofre com o consumo grande dos combustíveis fósseis.

Cada vez mais a procura por sistemas de geração de energia limpa tem sido uma realidade no mundo e quem confirma essa afirmação é um relatório desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), desenvolvido pela Agência Internacional da ONU voltada para o Meio Ambiente.

Mesmo diante da crise sanitária, a instituição reforça através do relatório que a recuperação após a pandemia pode ser bastante benéfica através da geração de energia limpa, assim como para o desenvolvimento sustentável.

Outra instituição que também mostrou avanços no setor, mais precisamente no Brasil, foi a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABBEeólica), a qual destacou que o país atingiu a marca 18 GW de capacidade instalada, em 695 parques eólicos e mais de 8.300 aerogeradores no país em fevereiro de 2021.

O panorama mundial da energia limpa

Divulgado em junho de 2020, o último relatório mundial sobre as estatísticas globais de geração renovável, desenvolvido pela agência da ONU através do PNUMA, reforça que o crescimento da energia elétrica limpa nos últimos cinco anos foi bastante significativo.

Com a recessão econômica causada pelo COVID-19, a agência internacional acredita que de 2020 para 2021 as emissões de gases poluentes será ainda menor e deve cair em torno de 8% em relação há 2019, tendo o setor elétrico como um dos responsáveis pela diminuição dos gases e que também mais apresentou desenvolvimento sustentável.

Para a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) as expansões das fontes limpas foram expressivas e com um crescimento de 72% se comparado aos anos anteriores. Nesse crescimento estão inclusas todas as fontes limpas de energia como hidráulica, solar, eólica, geotérmica e bioenergética.

O potencial da energia limpa no Brasil

No Brasil, o potencial da energia limpa também ganhou espaço no ultimo ano, tendo a energia solar e eólica entre os destaques.

No último mês a ABEEólica divulgou em seu site que o país chegou a 18 GW de capacidade instalada, um número muito comemorado pelo setor. De acordo com a presidente da associação, Elbia Gannoum, a energia eólica é a segunda fonte de geração de energia elétrica no Brasil e, em dias de recorde, já chegou a atender até 17% do país durante todo o dia.

“Há exatos dez anos, em 2011, tínhamos menos de 1 GW de capacidade instalada e cá estamos nós comemorando 18 GWs no início de 2021. É um feito impressionante, fruto não apenas dos bons ventos brasileiros, mas também de uma indústria que se dedicou a construir fábricas, trazer e implantar novas tecnologias e que se tornou muito competitiva” explicou ela em nota.

A energia também apresentou crescimento no país ultrapassando a marca de 8GW em 2021 de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR).
Dos desafios encontrados pelo desenvolvimento sustentável

A evolução do crescimento elétrico em relação à produção de energia limpa é bem visível, contudo ainda grandes desafios precisarão ser sanados ao longo dos anos.

Segundo o PNUMA o avanço das energias renováveis está restrito ao setor de eletricidade e acontecendo pouco em setores como aquecimento, transporte e resfriamento, o que acende uma alerta para novos incentivos.

Rana Adib, diretora executiva do REN 21 em 2020, reforçou que além do desenvolvimento elétrico, uma transição imediata rumo a energias renováveis e sustentáveis em todos os setores da economia também precisa acontecer.

“Temos relatado sucessivas conquistas no setor de energia elétrica renovável nos últimos anos. De fato, a eletricidade renovável tem tido um progresso fantástico, superando todos os outros combustíveis em crescimento e competitividade. Muitas organizações nacionais e globais clamam vitória, mas nosso relatório dá um aviso claro: o progresso no setor elétrico é apenas uma pequena parte do cenário. Terá valido pouco, se a demanda energética mundial continuar aumentando. Se não mudarmos todo o sistema energético, estaremos nos iludindo” reforçou ela.

O relatório de 2020 mostrou que setores como aquecimento, resfriamento e transporte ainda permanecem iguais e com as mesmas barreiras há 10 anos. “Também devemos parar de aquecer nossas casas e dirigir nossos carros com combustíveis fósseis” finalizou Abid.

Fonte: Portal Brasil Solar
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