Brasil é rico em fontes renováveis de energia, porém políticas públicas ainda são necessárias para baixar custo da fatura no final do mês

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No final de dezembro, presidente da Frente Parlamentar Mista da Energia Limpa - FREPEL, deputado federal Lafayette de Andrada, destacou a importância da política neste caso

A produção de energia limpa no Brasil vem alcançando novos números e igualmente positivos, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). O país possui um grande potencial renovável, com recursos abundantes e diversificados. Além disso, ele também tem um compromisso com o desenvolvimento sustentável, o que favorece o investimento em energias renováveis.

Contudo, mesmo com boas perspectivas de crescimento, o país ainda é hoje um dos que possui a conta de energia mais cara para o consumidor. Assim, desenvolver políticas públicas para driblar o problema tem se mostrado essencial para que de fato o Brasil se torne um país líder neste tipo de geração de energia.

No último mês, em um evento realizado pela Frente Parlamentar Mista da Energia Limpa (FREPEL), o presidente da instituição, deputado federal Lafayette de Andrada, do REPUBLICANOS/MG, destacou a importância da política para a transição energética brasileira.

“O objetivo é conseguir políticas públicas eficientes no sentido de que o Brasil tenha a facilidade no uso de energias limpas. Que elas aconteçam. O Brasil, todos nós sabemos, mas é sempre bom repetir, que ele é o país mais rico em fontes de energia do planeta. Aliás, o Brasil é um dos países mais ricos em energia. O Brasil é o país que tem a energia mais barata, entretanto, o Brasil é o país que talvez tenha a conta de energia, a tarifa de energia mais cara para o consumidor” pontua Andrada que complementa.

“Nossa luta [...] é que chegue ao consumidor energia barata. Energia limpa e energia barata. [...]. Nós temos uma legislação extremamente complexa, confusa. Nós temos vários segmentos de geração de energia limpa, mas que essa legislação muitas vezes privilegia um em detrimento de outros. Precisamos destravar” reforça Andrada.

O especialista explica ainda que são necessários vários fatores para que se chegue ao resultado esperado, sendo o propósito um só: energia limpa e barata, de modo que o setor produtivo entregue isso ao consumidor.

Na ocasião ele reconhece o potencial do setor produtivo para que isso aconteça, contudo, ainda falta apoio para que se chegue com melhor qualidade.

“Estamos vivendo o momento da transição energética, da transição das novas tecnologias. Há 20 anos atrás não se falava de energia solar, não se falava de energia eólica, não se falava de carbono, não se falava de hidrogênio, as novas tecnologias estão aí, estão chegando" finaliza.

O discurso completo do especialista pode ser acessado pelo link: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7144351450599522304/.

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